Desgraça de muitos, sucesso de poucos!
Manter as familias em áreas de risco é o mesmo que manter as catástrofes na cidade de Blumenau. Voltar para as casas nas áreas de risco é uma irresponsabilidade das familiares e do governo que faz de conta que vê, ou faz de conta que não respeita a Lei Federal em respeito ao Código Ambiental. O que fazer então?
A cordialidade brasileira prevalece nas pessoas como que fosse favor, algo dado, esquece que é direito conquista na democracia. Memória a cerca das práticas eleitoreiras ambíguas com soluções para tudo no campo da promessa, na realidade é a vontade de fazer um dos maiores problemas dos que governam para poucos em nome de todos. Todo poder emana do povo, o poder é representativo e esses não representam a todos, nem a maioria, mas sim a minoria, que paga a conta.
A especulação imobiliária impede que resolva o paradigma de falta de áreas próprias pelo preço, quarenta, oitenta cem mil por um lote. A verticalição habitacional e ecologicamente coretas são desafios.
Penso que se cobrar o IPTU conforme o valor de venda pela especulação imobiliária, ou obrigar a vender pelos valores calculados em sete mil em que se paga sesenta reais.
Ou um financiamento a fundo perdido para construir a demanda dos desabrigados cerca de cinco mil, a médio prazo aos que podem sofrer com futuras crises sócio ambientais, cerca de cinqüenta mil residências nos mais de trinta e cinco locais já detectados pelo órgãos municipal. Profissionais preparados para resolver a situação que é preocupante e de alto risco em muitos casos.
Para inglês ver
Explicar assim com Sergio Buarque de Holanda “homem cordial”
O brasileiro aceita tudo facilmente por isso precisa de lideres, heróis e personalidades. O culto a personalidade impedirá a solidariedade, formas de organização e de ordenação horizontais, “em terra onde todos são barões, não é possível acordos coletivos duráveis”. A ética personalista intrinsecamente fidalga e aristocrática, mas compartilhada igualmente tanto por nobres como por plebeus. Faltam no Brasil uma identidade Burguesa própria que se aproxima ao calvinismo num individualismo meritrocrático e espontâneo.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
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